{"id":1494,"date":"2025-06-17T19:23:14","date_gmt":"2025-06-17T19:23:14","guid":{"rendered":"https:\/\/osteosalvador.pt\/?p=1494"},"modified":"2025-06-10T19:27:43","modified_gmt":"2025-06-10T19:27:43","slug":"lesoes-no-surf-e-fisioterapia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/osteosalvador.pt\/pt\/lesoes-no-surf-e-fisioterapia\/","title":{"rendered":"Les\u00f5es no Surf e o Papel da Fisioterapia no Surf"},"content":{"rendered":"<p><!-- Sum\u00e1rio com links \u00e2ncora --><\/p>\n<p><strong>Uma an\u00e1lise pr\u00e1tica e baseada na ci\u00eancia para surfistas de todos os n\u00edveis<\/strong><\/p>\n<p>O surf \u00e9 mais do que um desporto \u2014 \u00e9 uma paix\u00e3o, um estilo de vida. No entanto, como qualquer atividade f\u00edsica intensa e em contacto com a natureza, tamb\u00e9m acarreta riscos. Este artigo \u00e9 um guia completo sobre as les\u00f5es mais comuns no surf, os seus fatores de risco e, sobretudo, como a fisioterapia pode ajudar na preven\u00e7\u00e3o, recupera\u00e7\u00e3o e retorno seguro ao mar.<\/p>\n<h2>1. Perfil dos Surfistas: Quem Est\u00e1 Mais Sujeito a Les\u00f5es?<\/h2>\n<p>Comecemos por distinguir tr\u00eas tipos de surfistas. A frequ\u00eancia e a gravidade das les\u00f5es no surf variam consoante o n\u00edvel do praticante:<\/p>\n<h3>&#x1f468;&#x200d;&#x1f9b1; Surfista Recreativo<\/h3>\n<ul>\n<li>Surfa aos fins de semana ou ocasionalmente<\/li>\n<li>Menor tempo de exposi\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>T\u00e9cnica b\u00e1sica e menor controlo da prancha<\/li>\n<li>Risco reduzido, mas ainda assim sujeito a les\u00f5es (normalmente ligeiras)<\/li>\n<\/ul>\n<h3>&#x1f468;&#x200d;&#x1f9b1; Surfista Amador<\/h3>\n<ul>\n<li>Pratica v\u00e1rias vezes por semana<\/li>\n<li>Participa em competi\u00e7\u00f5es locais<\/li>\n<li>Est\u00e1 em evolu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e f\u00edsica<\/li>\n<li>Maior exposi\u00e7\u00e3o e, portanto, maior risco<\/li>\n<\/ul>\n<h3>&#x1f3c4;&#x200d;&#x2642;&#xfe0f; Surfista Profissional<\/h3>\n<ul>\n<li>Treina diariamente e compete a alto n\u00edvel<\/li>\n<li>Enfrenta ondas grandes e condi\u00e7\u00f5es extremas<\/li>\n<li>Executa manobras de elevado impacto<\/li>\n<li>Sujeito a les\u00f5es mais graves e recorrentes<\/li>\n<\/ul>\n<p><!--more--><\/p>\n<h2>2. Les\u00f5es no Surf<\/h2>\n<p>De seguida, apresentamos os tipos de les\u00f5es mais frequentes entre os surfistas, com as respetivas causas, localiza\u00e7\u00f5es e cuidados recomendados.<\/p>\n<h3>&#x1f52a; 2.1 Lacera\u00e7\u00f5es e Cortes<\/h3>\n<p>As lacera\u00e7\u00f5es representam a <strong>les\u00e3o traum\u00e1tica mais comum no surf<\/strong> e ocorrem principalmente por contacto com partes da pr\u00f3pria prancha \u2014 como as quilhas, o bico e as bordas \u2014 ou com o fundo do mar. Quedas abruptas (wipe-outs), colis\u00f5es com outros surfistas ou impactos em \u00e1guas rasas aumentam significativamente o risco.<\/p>\n<p>Cortes profundos s\u00e3o especialmente comuns em praias com fundo de coral ou rochoso. Embora muitas destas les\u00f5es n\u00e3o sejam graves do ponto de vista funcional, exigem cuidados imediatos, como limpeza adequada, controlo da hemorragia e, em alguns casos, sutura. A preven\u00e7\u00e3o passa pelo uso de quilhas flex\u00edveis, pranchas com bordas arredondadas e pelo respeito ao n\u00edvel t\u00e9cnico do praticante face \u00e0s condi\u00e7\u00f5es do mar.<\/p>\n<h3>&#x1f915; 2.2 Contus\u00f5es<\/h3>\n<p>Contus\u00f5es s\u00e3o les\u00f5es provocadas por impacto direto, muito comuns no surf, sobretudo em mares agitados. Ocorrem quando o corpo colide com a prancha, com outro surfista ou com o fundo do mar. Apesar de, na maioria das vezes, serem classificadas como ligeiras, a sua frequ\u00eancia \u00e9 elevada, representando entre 14% e 29% das les\u00f5es em algumas popula\u00e7\u00f5es de surfistas.<\/p>\n<p>Os membros inferiores s\u00e3o os mais afetados, especialmente as pernas e os joelhos, por estarem em contacto direto com a prancha durante as quedas. Contudo, bra\u00e7os, costas e at\u00e9 o t\u00f3rax tamb\u00e9m podem sofrer contus\u00f5es \u2014 principalmente em perdas de controlo da prancha ou wipe-outs em ondas pesadas. Embora muitas destas les\u00f5es melhorem com repouso e aplica\u00e7\u00e3o de gelo, podem ocorrer hematomas profundos, dor persistente e perda de mobilidade, exigindo avalia\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<h3>&#x1f9b6; 2.3 Entorses do Tornozelo<\/h3>\n<p>As entorses do tornozelo est\u00e3o entre as les\u00f5es mais frequentes no surf \u2014 especialmente em modalidades que envolvem manobras a\u00e9reas ou aterragens inst\u00e1veis. Quando o surfista regressa \u00e0 prancha ap\u00f3s um salto, o impacto mal distribu\u00eddo pode gerar uma rota\u00e7\u00e3o for\u00e7ada do p\u00e9, frequentemente em dorsiflex\u00e3o excessiva (ponta do p\u00e9 elevada), resultando em <strong>entorses altas da sindesmose<\/strong> \u2014 um tipo de les\u00e3o mais grave e de recupera\u00e7\u00e3o mais lenta.<\/p>\n<p>Este tipo de entorse \u00e9 muitas vezes negligenciado nas fases iniciais, o que pode levar a instabilidade cr\u00f3nica. A rigidez da prancha e uma t\u00e9cnica de absor\u00e7\u00e3o do impacto deficiente contribuem para o risco. Em casos mais severos, o tornozelo pode apresentar edema persistente e limita\u00e7\u00e3o funcional, sendo necess\u00e1rio acompanhamento fisioterap\u00eautico especializado.<\/p>\n<p>Falamos mais sobre entorses em <a href=\"https:\/\/osteosalvador.pt\/pt\/entorse-do-tornozelo\/\">Entorse do Tornozelo: Sintomas, Tratamento ( O que fazer nas primeiras 24 horas) e Como Evitar Recidivas<\/a><\/p>\n<h3>&#x1f9b5; 2.4 Entorses do Joelho<\/h3>\n<p>As les\u00f5es no joelho s\u00e3o comuns no surf devido \u00e0 biomec\u00e2nica envolvida em manobras, mudan\u00e7as de dire\u00e7\u00e3o e quedas. Um cen\u00e1rio t\u00edpico \u00e9 quando uma perna escorrega da prancha, enquanto a outra permanece fixada \u2014 originando uma for\u00e7a de tor\u00e7\u00e3o intensa na articula\u00e7\u00e3o. Este movimento rotacional coloca stress excessivo sobre o <strong>ligamento colateral medial (LCM)<\/strong>, frequentemente o mais afetado.<\/p>\n<p>O joelho, projetado para flex\u00e3o e extens\u00e3o, sofre ainda deslocamentos laterais sob cargas extremas. Isso \u00e9 evidente quando o surfista utiliza a perna de tr\u00e1s para manobrar, aplicando for\u00e7a angular ao joelho. A les\u00e3o conhecida como <strong>\u201cjoelho do surfista\u201d<\/strong> pode evoluir de dor leve a uma condi\u00e7\u00e3o mais grave se n\u00e3o for tratada atempadamente.<\/p>\n<h3>&#x1f9be; 2.5 Luxa\u00e7\u00f5es do Ombro<\/h3>\n<p>As luxa\u00e7\u00f5es do ombro s\u00e3o das les\u00f5es mais temidas entre surfistas \u2014 especialmente jovens, do sexo masculino, com pr\u00e1tica frequente. Esta les\u00e3o acontece quando a articula\u00e7\u00e3o glenoumeral se desloca, geralmente para a frente (luxa\u00e7\u00e3o anterior), saindo da sua posi\u00e7\u00e3o anat\u00f3mica.<\/p>\n<p>No surf, as causas mais comuns incluem <strong>quedas violentas com o bra\u00e7o em posi\u00e7\u00e3o extrema<\/strong>, como em wipe-outs em ondas grandes, ou quando o surfista \u00e9 projetado pela \u00e1gua enquanto segura a prancha. O impacto com a prancha ou com o fundo agrava o risco.<\/p>\n<p>A <strong>remada repetitiva<\/strong> tamb\u00e9m contribui para instabilidade do ombro, sobretudo com desequil\u00edbrios musculares entre os rotadores internos e externos. A taxa de recorr\u00eancia ultrapassa os 90% se n\u00e3o houver tratamento adequado.<\/p>\n<p>A recupera\u00e7\u00e3o envolve fisioterapia intensiva, e em casos mais graves, cirurgia. O plano de reabilita\u00e7\u00e3o inclui <strong>exerc\u00edcios de fortalecimento, treino de estabilidade, corre\u00e7\u00e3o biomec\u00e2nica e avalia\u00e7\u00e3o funcional<\/strong> antes do regresso ao mar.<\/p>\n<h3>&#x1fa7b; 2.6 Fraturas<\/h3>\n<p>As fraturas s\u00e3o menos frequentes, mas potencialmente graves. Ocorrem em colis\u00f5es de alta energia com a prancha, outros surfistas ou o fundo do mar. As zonas mais afetadas s\u00e3o o rosto, a cabe\u00e7a e os membros superiores. Apesar da baixa taxa de hospitaliza\u00e7\u00e3o (menos de 4%), exigem cuidados m\u00e9dicos urgentes, podendo requerer cirurgia, imobiliza\u00e7\u00e3o e fisioterapia prolongada.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m j\u00e1 falamos mais sobre fraturas no nosso blog: <a href=\"https:\/\/osteosalvador.pt\/pt\/fratura-do-tornozelo\/\">Fratura do Tornozelo: Saiba Identificar, Tratar e Prevenir Esta Les\u00e3o Frequente e Dolorosa!<\/a><\/p>\n<h3>&#x1f4a2; 2.7 Les\u00f5es Musculares<\/h3>\n<p>As les\u00f5es musculares no surf s\u00e3o causadas principalmente por esfor\u00e7o repetitivo ou movimentos explosivos. Representam cerca de 12,5% das les\u00f5es, afetando sobretudo a regi\u00e3o lombar, os ombros e a cervical. A posi\u00e7\u00e3o prolongada da remada e os desequil\u00edbrios musculares s\u00e3o fatores de risco significativos.<\/p>\n<p>Distens\u00f5es lombares s\u00e3o comuns em surfistas que mant\u00eam o tronco elevado sem um core fortalecido. J\u00e1 o excesso de remadas pode provocar les\u00f5es nos m\u00fasculos do manguito rotador. A preven\u00e7\u00e3o passa por treino funcional, equil\u00edbrio muscular e t\u00e9cnica adequada.<\/p>\n<h3>&#x1f9ec; 2.8 Les\u00f5es de In\u00edcio Gradual (Cr\u00f3nicas)<\/h3>\n<p>Les\u00f5es cr\u00f3nicas desenvolvem-se ao longo do tempo devido \u00e0 sobrecarga repetitiva e falta de descanso. S\u00e3o frequentes entre surfistas regulares, afetando costas, ombros e pesco\u00e7o.<\/p>\n<p>Por exemplo, o <strong>&#8220;ombro do surfista&#8221;<\/strong> pode come\u00e7ar com uma dor ligeira e evoluir para uma tendinopatia severa. A dor lombar recorrente afeta o desempenho e a postura. A fisioterapia \u00e9 essencial para a corre\u00e7\u00e3o postural, fortalecimento e reeduca\u00e7\u00e3o do movimento.<\/p>\n<h3>&#x1f4aa; 2.9 Ombro do Surfista (Les\u00e3o do Manguito Rotador)<\/h3>\n<p>Esta les\u00e3o resulta da sobrecarga do manguito rotador \u2014 conjunto de m\u00fasculos que estabilizam o ombro. A repeti\u00e7\u00e3o do movimento da remada, sem compensa\u00e7\u00e3o com exerc\u00edcios de for\u00e7a e alongamento, leva a microles\u00f5es, dor e, eventualmente, ruptura de tend\u00f5es.<\/p>\n<p>Mais de 68% das les\u00f5es no ombro entre surfistas s\u00e3o cr\u00f3nicas, associadas \u00e0 remada sem treino compensat\u00f3rio.<\/p>\n<h3>&#x1f9e0; 2.10 Dores Lombares<\/h3>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o de remada \u2014 com a coluna lombar em extens\u00e3o constante \u2014 \u00e9 a principal causa das dores lombares no surf. Encurtamento dos flexores da anca, fraqueza abdominal e m\u00e1 postura agravam a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando n\u00e3o tratadas, podem evoluir para h\u00e9rnias discais ou lombalgias cr\u00f3nicas. A fisioterapia corrige desequil\u00edbrios posturais e previne agravamentos. Sabe mais aqui : <a href=\"https:\/\/osteosalvador.pt\/pt\/a-dor-lombar-ou-lombalgia-afeta-80\/\"><span class=\"fl-heading-text\">A Dor Lombar ou Lombalgia afeta 80% da popula\u00e7\u00e3o<\/span><\/a><\/p>\n<h3>&#x1f501; 2.11 Dores no Pesco\u00e7o<\/h3>\n<p>A necessidade de manter a cabe\u00e7a elevada durante a remada provoca sobrecarga nos m\u00fasculos cervicais e nas articula\u00e7\u00f5es facet\u00e1rias. Isso pode causar dor na base do cr\u00e2nio, rigidez e dor irradiada.<\/p>\n<p>O tratamento passa pela liberta\u00e7\u00e3o muscular, fortalecimento e corre\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica de remada. A Osteopatia tem alto poder de ajuda nestes casos: <a href=\"https:\/\/osteosalvador.pt\/pt\/dor-cervical-e-cervicalgia-a-osteopatia-responde\/\">Dor Cervical e Cervicalgia: Quando o Pesco\u00e7o Pede Socorro e a Osteopatia Responde<\/a><\/p>\n<h2>&#x1f9ed; 3. Estrat\u00e9gias de Preven\u00e7\u00e3o: Surfista Inteligente, Corpo Resiliente<\/h2>\n<p>A preven\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial para manter o corpo saud\u00e1vel dentro de \u00e1gua. N\u00e3o se resume ao alongamento antes de surfar \u2014 inclui prepara\u00e7\u00e3o f\u00edsica, consci\u00eancia corporal, t\u00e9cnica e equipamento adequado.<\/p>\n<p><strong>Antes de entrar no mar<\/strong>, \u00e9 fundamental um bom aquecimento (15 a 20 minutos), que ativa a musculatura e melhora a mobilidade. Fora de \u00e1gua, o treino deve incluir fortalecimento do core, ombros, joelhos e tornozelos, bem como exerc\u00edcios de equil\u00edbrio e propriocep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Na t\u00e9cnica<\/strong>, saber cair corretamente, evitar aterragens for\u00e7adas e melhorar o posicionamento na prancha reduz o impacto articular. O surfista deve respeitar os pr\u00f3prios limites e conhecer as condi\u00e7\u00f5es do mar.<\/p>\n<p><strong>Quanto ao equipamento<\/strong>, o uso de quilhas protegidas, leash adequado e pranchas bem conservadas diminui o risco de cortes e colis\u00f5es.<\/p>\n<h2>&#x1fa7a; 4. Fisioterapia no Surf: Muito Al\u00e9m da Recupera\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>A fisioterapia no surf n\u00e3o se limita ao tratamento de les\u00f5es \u2014 \u00e9 uma ferramenta de <strong>performance, preven\u00e7\u00e3o e reabilita\u00e7\u00e3o<\/strong>, permitindo ao surfista manter-se saud\u00e1vel, t\u00e9cnico e competitivo.<\/p>\n<h3>&#x2714;&#xfe0f; Na Preven\u00e7\u00e3o:<\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Avalia\u00e7\u00f5es biomec\u00e2nicas<\/strong> identificam assimetrias e desequil\u00edbrios que aumentam o risco de les\u00e3o<\/li>\n<li><strong>Exerc\u00edcios preventivos personalizados<\/strong> fortalecem grupos musculares-chave<\/li>\n<\/ul>\n<h3>&#x1fa79; No Tratamento:<\/h3>\n<ul>\n<li>Les\u00f5es agudas s\u00e3o tratadas com t\u00e9cnicas como mobiliza\u00e7\u00e3o, terapia manual e reeduca\u00e7\u00e3o propriocetiva<\/li>\n<li>Les\u00f5es cr\u00f3nicas requerem abordagem integrada: corre\u00e7\u00e3o postural, estabiliza\u00e7\u00e3o e treino funcional<\/li>\n<\/ul>\n<h3>&#x1f3c4;&#x200d;&#x2642;&#xfe0f; No Regresso ao Surf:<\/h3>\n<ul>\n<li>A fisioterapia garante <strong>retorno seguro e progressivo<\/strong> ao desporto<\/li>\n<li>Casos cir\u00fargicos exigem <strong>planos de reabilita\u00e7\u00e3o espec\u00edficos<\/strong>, focados em prevenir reca\u00eddas<\/li>\n<\/ul>\n<h2><\/h2>\n<h2>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/h2>\n<p><em><a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/12831652\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Surfing injuries<\/a><\/em><br \/>\n<em><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/rbme\/a\/XnLLHY5WxVtRgmVxKsj6N6y\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Les\u00f5es em surfistas profissionais <\/a><\/em><br \/>\n<em><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/aob\/a\/Ccg6cCvrZRJRpzKZLNp4rPP\/?lang=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">An\u00e1lise da preval\u00eancia de les\u00f5es em surfistas do litoral paranaense <\/a><\/em><br \/>\n<em><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/aob\/a\/s8bbkR3mqRS9bSWJ7LGbgCn\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">SHOULDER INJURY IN SURFING: A SYSTEMATIC REVIEW WITH META-ANALYSIS<\/a><\/em><br \/>\n<em><a href=\"https:\/\/pmc.ncbi.nlm.nih.gov\/articles\/PMC7911480\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Chronic and Gradual-Onset Injuries and Conditions in the Sport of Surfing: A Systematic Review\u00a0<\/a><\/em><br \/>\n<em><a href=\"https:\/\/estudogeral.uc.pt\/handle\/10316\/79810\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Les\u00f5es no surf<\/a><\/em><br \/>\n<em><a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0949328X22002204\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Prevalence of sport surfing-related injuries \u2013 A cross-sectional study of the Portuguese surfing teachers<\/a><\/em><br \/>\n<em><a href=\"https:\/\/pmc.ncbi.nlm.nih.gov\/articles\/PMC7788157\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The Surfer\u2019s Shoulder: A Systematic Review of Current Literature and Potential Pathophysiological Explanations of Chronic Shoulder Complaints in Wave Surfers<\/a><\/em><br \/>\n<em><a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/6774361_Competitive_Surfing_Injuries_A_Prospective_Study_of_Surfing-Related_Injuries_Among_Contest_Surfers\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Competitive Surfing Injuries: A Prospective Study of Surfing-Related Injuries Among Contest Surfers <\/a><\/em><br \/>\n<em><a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/233866383_An_investigation_of_surf_injury_prevalence_in_Australian_surfers_A_self-reported_retrospective_analysis\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">An investigation of surf injury prevalence in Australian surfers: A self-reported retrospective analysis.<\/a><\/em><br \/>\n<em><a href=\"https:\/\/pmc.ncbi.nlm.nih.gov\/articles\/PMC7911480\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Chronic and Gradual-Onset Injuries and Conditions in the Sport of Surfing: A Systematic Review<\/a><\/em><br \/>\n<em><a href=\"http:\/\/- https:\/\/extremesportmed.org\/resource\/injury-prevention-in-the-sport-of-surfing-an-update\/\">Injury Prevention in The Sport of Surfing: An Update\u00a0<\/a><\/em><\/p>\n<p data-start=\"10155\" data-end=\"10247\"><!-- notionvc: dc831292-8763-457d-8bc0-cb48619d4860 --><\/p>\n<p><!-- Tags sugeridas (inserir na \u00e1rea de etiquetas do post no WordPress) --><br \/>\n<!-- Les\u00f5es no surf, Fisioterapia no surf, Surf e sa\u00fade, Reabilita\u00e7\u00e3o de surfistas, Preven\u00e7\u00e3o de les\u00f5es no desporto, Fisioterapia desportiva, Les\u00f5es cr\u00f3nicas no surf --><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma an\u00e1lise pr\u00e1tica e baseada na ci\u00eancia para surfistas de todos os n\u00edveis O surf \u00e9 mais do que um desporto \u2014 \u00e9 uma paix\u00e3o, um estilo de vida. 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